1.9.08

Some Thoughts on DMT Art

Alexandre Segregio
By Steve Beyer

A number of artists have attempted to render the striking visual experiences that occur after ingesting ayahuasca or DMT. In the Upper Amazon, there are both indigenous artists, whose traditional work consists largely of abstract patterns, such as those found on the now well-known pottery, clothing, and other household goods of the Shipibo; and visionary artists, mostly mestizo, whose work is characterized by detailed representations of spirits, trees, animals, objects, and participants in ayahuasca healing ceremonies. These latter works fall almost paradigmatically within what has now come to be called outsider art, sometimes naïve art, and sometimes visionary art — direct, intense, content-laden, narrative, enormously detailed, personal, idiosyncratic, two-dimensional, and brightly colored. While indigenous artists work for the most part in anonymity, their work stigmatized as craft rather than art, the work of mestizo visionary artists has become much better known, largely through the publication, fully annotated and sumptuously reproduced, of the visionary paintings of former shaman Pablo César Amaringo.
Outside the Amazon, artists not born into or raised in indigenous or mestizo ayahuasca-using cultures, including such well-known visionary artists as Alex Grey, Robert Venosa, and Martina Hoffmann, have also rendered visual experiences attributed to the ingestion of ayahuasca or DMT. For want of a better term, I will call this body of work DMT art.
There are some remarkable convergences between DMT art and the abstract representations of the ayahuasca experience in indigenous Amazonian art. The indigenous work on the left, below, by Cashinahua artist Arlindo Daureano Estevão, represents the different worlds of the ayahuasca vision as houses with doors to be entered and paths linking the different contained spaces. This type of design is called nawan kene pua, or stranger’s design, since it is a map that keeps one from getting lost in the ayahuasca world. This abstract representation is strikingly reflected in the work on the right, below, entitled DMT, by photographer Peter Kosinski. It is difficult to say whether such convergences are due to acquaintance with indigenous art or to similarities in the visionary experience.

31.8.08

Anderson Debernardi
Roberto Terra CostaRoberto Terra Costa, escritor e artista plástico, vem ao longo dos anos desenvolvendo uma narrativa de caráter heróico e mitológico. O texto, composto em prosa poética, encontra-se reunido em tres livros: Cancioneiro, Explansões e Livro dos Vórtices. A partir do ano 2000 a escrita passou a ter uma contraparte visual, de fato narrativas paralelas e complementares sob a forma pictórica (telas a óleo) e a gráfica (ilustrações, litogravuras). Tambem algumas pequenas edições artesanais de trechos da obra foram realizadas. Todo o trabalho representa um ciclo épico com momentos líricos, elegíacos, históricos, oníricos, visionários e proféticos. Um pouco desse material pode ser visto no site do autor.

29.8.08

Bodas de Prata do Céu da Montanha

Acervo CEFLURG
Neste dia 07 de setembro a Igreja do Culto Eclético da Fluente Luz Universal Rita Gregório (CEFLURG) completa 25 anos, desde o início de seus trabalhos em 1983. A comunidade, conhecida como Céu da Montanha, foi a primeira a reproduzir, fora da Floresta Amazônica, o modelo de organização comunitária do Pd Sebastião. Confira depoimento de Alex Polari, que nos conta um pouco da história deste importante Centro filiado ao Instituto CEFLURIS.

22.8.08

Michael D. O'Brien
São Lucas foi o primeiro a retratar visualmente Maria com o menino Jesus. Conta-se que o primeiro quadro foi pintado na madeira que servia de mesa do lar de Jesus e Maria.
Michael D O'Brien

20.8.08

A Questão do Mal

O traço comum de todo o mal é o "egoísmo". Toda a luta que se quer empreender contra o mal dá-se por meio da luta contra a tendência de se auto-centrar e focar somente os próprios interesses, em detrimento dos demais. Porém, nessa mesma luta há uma tendência que é pré-condição para o empreendimento da busca dos mundos superiores de uma forma moderna: com auto-consciência. Essa condição é o fortalecimento do Eu. Precisamos fortalecer algumas qualidades da alma que se parecem com aquelas inerentes ao egoísmo. A alma só pode elevar-se quando desenvolve essa força do Eu auto-enraizado. Assim o filósolfo Rudolf Steiner nos apresenta um aparente paradoxo: "as qualidades que infringem os princípios morais, são precisamente as que precisamos reforçar no caminho da percepção dos mundos do espírito". No entanto, só no mundo físico podemos encontrar condições que nos permitem superar o egoísmo. É altruísmo que precisamos desenvolver para quebrar o "hábito" do egoísmo tão profundamente arraigado, mas que foi necessário para desenvolvermos nossa auto-consciência. Paradoxalmente, é o fortalecimento de nosso Eu no mundo espiritual – entre a morte e um novo nascimento – que nos capacita a preparar uma encarnação no mundo físico onde podemos nos tornar tão altruístas quanto possível. Isso nos mostra que precisamos manter-nos conectados com o mundo físico, com o nosso carma – o nosso destino, pois só nele podemos nos aperfeiçoar. A fonte do mal dá-se quando deslocamos aquilo que é necessário para o mundo espiritual para as coisas da vida física.
Por Carlos Augusto Maranhão

8.8.08

Drogas e Cultura: Novas Perspectivas


Drogas e Cultura: Novas Perspectivas

Organizadores: Beatriz Caiuby Labate, Sandra Goulart, Maurício Fiore, Edward MacRae e Henrique Carneiro – Pesquisadores do NEIP (Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos, www.neip.info).


Resenha:

Há um excesso quando se fala do tema das “drogas” que não tem a ver com o dionisíaco ou com qualquer noção de “abuso” ou overdose: trata-se da profusão de lugares-comuns, preconceitos, moralismo, idéias fixas. Poucos temas, hoje, seguem cercados de tantos tabus e interdições quanto o das drogas psicoativas. Não todas as drogas psicoativas, mas aquelas proibidas por lei ou condenadas pela moral, pela psicologia, pela medicina. Convivem, lado a lado, uma enorme oferta de drogas legais, produzidos pelas grandes indústrias farmacêuticas, e drogas ilegais, as quais articulam em torno de si uma poderosa guerra internacional que mobiliza Estados e redes de traficantes com conexões globais. Subsistem, simultaneamente, usos tradicionais e novas práticas relacionadas a substâncias há muito conhecidas. Em todo caso, a literatura que aborda a “questão das drogas” não costuma ir além do estreito campo que vai das obras médicas (mais ou menos conservadoras), passando pelos livros jurídicos até os livros-reportagem (mais ou menos sensacionalistas). O campo das ciências humanas até muito recentemente foi um espaço ocupado por poucas e corajosas iniciativas de pesquisas sobre “drogas” circundadas por um expressivo silêncio. O livro Drogas e cultura: novas perspectivas, resultado de um simpósio realizado pelo Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (NEIP, www.neip.info) na Universidade de São Paulo em 2005, representa um importante esforço de pesquisadores das áreas de antropologia, sociologia, ciência política, direito e história de tratar do tema das “drogas” a partir de enfoques múltiplos, tendo como denominador comum a crítica ao proibicionismo destas substâncias. Composto por 17 artigos, além de um prefácio e uma introdução, está organizado em três partes: “A história do consumo de drogas e a sua proibição no Ocidente”, com quatro artigos destacando uma reflexão sobre a história e a lógica do atual regime proibicionista das drogas; “O uso de drogas como fenômeno cultural”, com três artigos que abordam a questão da interdisciplinaridade na análise das substâncias psicoativas”; e “Uso de drogas: diversidade cultural em perspectiva”, que abrange a maioria dos textos da coletânea, apresentando diferentes abordagens do tema das drogas, a partir dos olhares de disciplinas como a antropologia, etnologia e história. A obra oferece um amplo espectro de abordagens que constroem pontes de convergência e diálogo e criam zonas de tensão, o que torna evidente que não há consenso ou pacificação ao se tratar de uma questão como essa. Trata-se de um livro de referência para quem não se conforma com o que já está divulgado sobre as “drogas” e se incomoda o suficiente para buscar outros ângulos, miradas e percepções (Thiago Rodrigues).

Contato:

EDUFBA

Tel/Fax: (71) 3263-6164

http://www.edufba.ufba.br

4.8.08

Evidence of health and safety in American members who use a hallucinogenic sacrament

Ayahuasca is a South American hallucinogenic tea used as a sacrament by the Santo Daime Church, other religions, and traditional peoples. A recent U.S. Supreme Court decision indicates religious ayahuasca use is protected, but little is known about health consequences for Americans.

Material/Methods: 32 (out of 40) American members of one branch of the Santo Daime Church were interviewed providing demographic information, physical exam, drug use timeline, a variety of psychological measures, and data about childhood conduct disorder. Subjects were asked about extent of Church participation, what is liked least and most about ayahuasca, and what health benefits or harms they attribute to ayahuasca.

Results: Members usually attend services weekly (lifetime 269±314.7 ceremonies; range 20–1300). Physical exam and test scores revealed healthy subjects. Members claimed psychological and physical benefits from ayahuasca. 19 subjects met lifetime criteria for a psychiatric disorder, with 6 in partial remission, 13 in full remission, and 8 reporting induction of remission through Church participation. 24 subjects had drug or alcohol abuse or dependence histories with 22 in full remission, and all 5 with prior alcohol dependence describing Church participation as the turning point in their recovery.

Conclusions: Conclusions should not be extrapolated to hallucinogen abusers of the general public. For those who have religious need for ingesting ayahuasca, from a psychiatric and medical perspective, these pilot results substantiate some claims of benefit, especially if subjects interviewed fully reflect general membership. Further research is warranted with blinded raters, matched comparison groups, and other measures to overcome present study limitations.

Posted by Psychedelic Medicine News

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24.7.08

Encontro Nossa Cultura

Visconde de Mauá – Céu da Montanha
25,26 e 27 de julho de 2008

Maiores informações e inscrições:
encontronossacultura@yahoo.com.br

Encontro de artistas de diversas áreas a fim de realizar uma troca de experiências e idéias, além da apresentação e divulgação dos projetos culturais, trabalhos e atividades realizados pela irmandade.
Uma injeção de ânimo com exposição de trabalhos, vivências, contação de histórias, trocas e comércio, estimulando parcerias e uma rede solidária de trabalho. Participem!!!

Gilda C. G. Gonçalves, Cristina C. Moraes e Céu da Montanha

22.7.08

Matéria Tv aldeia - Rio Branco / Acre

Matéria exibida na TV local de Rio Branco - AC (TV Aldeia) sobre o Santo Daime em Julho de 2008. Imagens realizadas no 4º Encontro Nacional dos Prontos Socorros no Centro e Pronto Socorro de Cura Raimundo Irineu Serra, zelador Wilson Carneiro de Souza.
Parte 1

Parte 2

Teacher plants

An interview with Maria Alice Campos and Bia Labate about Santo Daime, ayahuasca and teacher plants. Watch here at Postmodern Times, a series of short animated films presenting new ideas about global consciousness and techniques for social and ecological transformation.

20.7.08

Reconhecimento da ayahuasca no Peru

Por Altino Machado
O governo do Peru declarou como patrimônio cultural da nação os conhecimentos tradicionais e usos da ayahuasca praticados por comunidades nativas em sua floresta amazônica. A ayahuasca é mais conhecida no Brasil como Santo Daime. A decisão do governo peruano, assinada pelo diretor do Instituto Nacional de Cultura, Javier Ugaz Villacorta, foi publicada na edição de sábado de El Peruano, o diário oficial do país.

Na declaração de reconhecimento, o governo peruano afirma que a ayahuasca tem qualidades psicotrópicas, isto é, que atuam sobre o psiquismo, a atividade mental, o comportamento, a percepção, sendo conhecida no mundo todo como uma planta indígena que transmite sabedoria para os iniciados sobre os próprios fundamentos do mundo.

Também afirma que os efeitos produzidos pelo seu consumo é equivalente à entrada nos segredos do mundo espiritual. Segundo o Instituto Nacional de Cultura, o ritual da ayahuasca está se estabelecendo como o centro da medicina tradicional e é um dos pilares da identidade dos povos amazônicos, sendo o seu uso necessário e indispensável para todos os membros da sociedade amazônica peruana.

A ayahauasca é uma bebida obtida a partir do cozimento do cipó jagube (Banisteriopis caapi), conforme foto acima, com a folha chacrona (Psichotria viridis), na foto abaixo. Segundo o governo peruano, a ayahuasca conta com extraordinária história cultural em virtude de suas qualidades psicotrópicas.

Virtudes terapêuticas

O Instituto Nacional de Cultura assinala que o uso e resultados obtidos com ayahuasca são necessários para todos os membros das sociedades amazônicas em algum momento de suas vidas e indispensáveis para que assumam o papel de portadores privilegiados, seja através de comunicações com o mundo espiritual ou para os que se expressam plasticamente.

O governo peruano afirma que os efeitos que a ayahuasca produz têm sido amplamente estudados por causa de sua complexidade e são diferentes dos que usualmente produzem os alucinógenos.

- Parte dessa diferença consiste no ritual que acompanha seu consumo, que conduz a diversos efeitos, porém sempre dentro de uma margem culturalmente delimitada e com propósitos religiosos, terapêuticos e de afirmação cultural - afirma Javier Villacorta.

No entendimento do governo peruano, a prática de sessões rituais de ayahuasca constitui um dos pilares da identidade dos povos amazônicos e seu uso ancestral nos rituais tradicionais, garantindo continuidade cultural, está vinculado às virtudes terapêuticas.

- Busca-se proteção do uso tradicional e do caráter sagrado do ritual de ayahuasca, diferenciando-o de usos ocidentais descontextualizados, consumistas e com propósitos comerciais - assinala a declaração do Instituto Nacional de Cultura.

15.7.08

Declaración Patrimonio Cultural

Declaración Patrimonio Cultural de la nación a los conocimientos y usos tradicionales del Ayahuasca practicados por comunidades nativas amazónicas

RESOLUCIÓN DIRECTORAL NACIONAL
Nº 836/INC

Lima, 24 de junio de 2008-07-14

Visto, el informe Nº 056-2008-DRECP/INC de fecha 29 de mayo de 2008, emitido por la Dirección de Registro y Estudio de la Cultura en el Perú Contemporáneo;

CONSIDERANDO:
Que, el articulo 21º de la Constitución Política del Perú, señala que es función del Estado la protección del Patrimonio Cultural de la Nación.
Que, el inciso 1 del articulo 2º de la Convención para la Salvaguardia del Patrimonio Cultural Inmaterial de la UNESCO, estable que "se entiende por Patrimonio Cultural Inmaterial los usos, representaciones, expresiones, conocimientos y técnicas-junto con los instrumentos, objetos, artefactos y espacios culturales que le son inherentes-que las comunidades, los grupos y en algunos casos los individuos reconozcan como parte integrante de su patrimonio cultural. Este patrimonio cultural inmaterial, que se transmite de generación en generación, es recreado constantemente por las comunidades y grupos en función de su entorno, su interacción con la naturaleza y su historia, infundiéndoles un sentimiento de identidad y continuidad y contribuyendo así a promover el respeto de la diversidad cultural y la creatividad humana" ;
Que, el articulo VII del Titulo Preliminar de la Ley N° 28296
-Ley General del Patrimonio Cultural de la Nación, dispone que el Instituto Nacional de Cultura de la Nación, esta encargado de registrar, declarar y proteger el Patrimonio Cultural de la Nación dentro del ámbito de su competencia;
Que, el numeral 2) del articulo 1° del titulo I de la citada Ley establece que integran el Patrimonio Cultural de la Nación las creaciones de una comunidad cultural fundadas en las tradiciones, expresarlas por individuos de manera unilateral o grupal, y que reconocidamente responden a las expectativas de la comunidad, como expresión de la identidad cultural y social, además de los valores transmitidos oralmente, tales como los idiomas, lenguas y dialectos autóctonos, el saber y conocimiento tradicional, ya seas artísticos, gastronomicos, medicinales, tecnológicos, folclóricos o religiosos, los conocimientos colectivos de los pueblos y otras expresiones o manifestaciones culturales que en conjunto conforman nuestra diversidad cultural;
Que, mediante Resolución Directoral Nacional N° 1207/INC, del 10 de noviembre de 2004se aprobó la Directiva N° 002-2004-INC, "Reconocimiento y declaratorias de las manifestaciones culturales vigentes como Patrimonio Cultural de la Nación";
Que, corresponde al Instituto Nacional de Cultura en cumplimiento de la función que le asigna la Ley, y con la participación activa de la comunidad, realizar una permanente identificación de dichas manifestaciones tradicionales del país que deben ser declaradas Patrimonio Cultural de la Nación;
Que, mediante el documento del visto la Dirección de Estudio y Registro de la Cultura en el Perú Contemporáneo solicita la declaración como Patrimonio Cultural de la Nación a los conocimientos y usos tradicionales asociados al Ayahuasca y practicados por las comunidades nativas amazónicas, conforme al Expediente elaborado por doña Rosa A. Giove Nakazawa del Centro Takiwasi-Tarapoto y presentado por la Gerencia Regional de desarrollo Económico del Gobierno Regional de San Martín ante la Dirección Regional de Cultura de San Martín;
Que, la planta Ayahuasca-banisteriopsis caapi-es una especie vegetal que cuenta con una extraordinaria historia cultural, en virtud de sus cualidades psicotrópicas y a que se usa en un brebaje asociado a la planta conocida como Chacruna-Psichotria viridis;
Que, dicha planta es conocida por el mundo indígena amazónico como una planta sabia o maestra que enseña a los iniciados los fundamentos mismos del mundo y sus componentes. Los efectos de su consumo constituyen la entrada al mundo espiritual y a sus secretos, es así que en torno al ritual de Ayahuasca se ha estructurado la medicina tradicional amazónica en algún momento de sus vidas, e indispensable para quienes asumen el papel del portadores privilegiados de estas culturas, se trate de los encargados de comunicación con el mundo espiritual o de los que lo expresen plásticamente;
Que, los efectos que produce la Ayahuasca, ampliamente estudiados por su complejidad, son distintos de los que usualmente producen los alucinógenos. Parte de esta diferencia consiste en el ritual que acompaña su consumo, que conduce a diversos efectos, pero siempre dentro de un margen culturalmente delimitado y con propósitos religiosos, terapéuticos y de afirmación cultural;
Que, por la información de sustento se desprende que la práctica de sesiones rituales de ayahuasca constituye uno de los pilares fundamentales de la identidad de los pueblos amazónicos y que su uso ancestral en los rituales tradicionales, garantizando continuidad cultural, está vinculado a las virtudes terapéuticas de la planta;
Que, se busca la protección del uso tradicional y del carácter sagrado del ritual de Ayahuasca, diferenciándolo de los usos occidentales descontextualizados, consumistas y con propósito comerciales.
Estando a lo visado por el Director de Gestión, la Directora de Registro y Estudio de la Cultura en el Perú Contemporáneo y el Director de la Oficina de Asuntos Jurídicos;
De conformidad con lo dispuesto por la Ley N° 28296, "Ley General del Patrimonio Cultural de la Nación" y el Decreto Supremo N° 017-2003-ED, que aprueba el Reglamento de Organización y Funciones del Instituto Nacional de Cultura.

SE RESUELVE:

Articulo Único.-

Regístrese, comuníquese y publíquese.

JAVIER UGAZ VILLACORTA

Encargado de la Dirección Nacional

Instituto Nacional de Cultura