








Saint Jerome by Cima da Conegliano
Moses was high on drugs: Israeli researcher
The world wide media interest in Benny Shanon’s paper about Moses and entheogens, is encouraging us to take a good and hard look at the roots of religions and the notion that they were based on fertility cults, and shamanic practices such as Entheogens (or hallucinogenic) plants as a source of spiritual communion with the universal consciousness, or the mind of God.
John Allegro, in his book “The Sacred Mushroom and the Cross: A Study of the Nature and Origins of Christianity within the Fertility Cults of the Ancient Near East”, postulated through the etymology of words and relates how the development of language indicated that the roots of the religions emanating from the Middle East were based on fertility cults, and shamanic practices such as Entheogens (or hallucinogenic) plants as a source of spiritual communion with the universal consciousness, or the mind of God..
Back in the 1970’s the reaction against these ideas was so strong that it destroyed Allegro’s career, the book was not published in the UK as it was regarded as blasphemous, and blasphemy was still a crime. It’s good to think that we have made some progress in recent years.
Allegro’s theory was visionary and ground-breaking. He was the first to propose in some detail that two major religions Christianity and by extension Judaism were entheogen-oriented and that the entheogen was Amanita Muscaria. His book was published at a time when there was little or no awareness about the use of entheogens, and was indeed a courageous act to publish this book.
Another great explorer and pathfinder in human consciousness was Terence Mckenna, in his book “Food of the Gods: The Search for the Original Tree of Knowledge A Radical History of Plants, Drugs, and Human Evolution”, proposed that hallucinogenic plants, in this case Psilocybin mushrooms, were the cause of the astounding and unexplained rapid evolution and development of the human brain within the evolutionary time scale (just 500,000 years from the hominids). In other words how we developed from our ape relatives . His theory also encompasses the development of linguistics , and human civilisation itself.
JERUSALEM (AFP) - High on Mount Sinai, Moses was on psychedelic drugs when he heard God deliver the Ten Commandments, an Israeli researcher claimed in a study published this week.
Such mind-altering substances formed an integral part of the religious rites of Israelites in biblical times, Benny Shanon, a professor of cognitive psychology at the Hebrew University of Jerusalem wrote in the Time and Mind journal of philosophy.
“As far Moses on Mount Sinai is concerned, it was either a supernatural cosmic event, which I don’t believe, or a legend, which I don’t believe either, or finally, and this is very probable, an event that joined Moses and the people of Israel under the effect of narcotics,” Shanon told Israeli public radio on Tuesday.
Moses was probably also on drugs when he saw the “burning bush,” suggested Shanon, who said he himself has dabbled with such substances.
“The Bible says people see sounds, and that is a clasic phenomenon,” he said citing the example of religious ceremonies in the Amazon in which drugs are used that induce people to “see music.”
He mentioned his own experience when he used ayahuasca, a powerful psychotropic plant, during a religious ceremony in Brazil’s Amazon forest in 1991. “I experienced visions that had spiritual-religious connotations,” Shanon said.
He said the psychedelic effects of ayahuasca were comparable to those produced by concoctions based on bark of the acacia tree, that is frequently mentioned in the Bible.
source: Yahoo News.
Paper originally published in:
Time and Mind:
The Journal of Archaeology Consciousness and Culture
Volume I—Issue I, March 2008
Biblical Entheogens: Speculative Hypothesis
pp. 51–74
Benny Shanon is Professor of psychology at the Hebrew university of Jerusalem (Israel). His main foci of research are the phenomenology of human consciousness and the philosophy of psychology. His publications include The representational and the Presentational (1993) and The Antipodes of the Mind (2002). At present, he is working on book devoted to a general psychological theory of human consciousness

Bouguereau era um ferrenho tradicionalista, cujo estilo de grande verossimilhança trouxe nova vida tanto para temas clássicos pagãos como para os cristãos. Criou em suas pinturas um mundo utópico, cheio de ninfas, pastores e madonnas. Seus camponeses eram sempre representados impecavelmente limpos, belos e bem vestidos, numa idealização perfeitamente aceitável para boa parte do público e dos conhecedores. Entretanto, outros preferiam a honestidade de Jean-François Millet e seus camponeses mostrados mais de acordo com os fatos.
Seu método de trabalho estava de acordo com a temática e simbologia classicista que adotara, realizando inúmeros esboços preparatórios com tinta e estudos em desenho, numa construção minuciosa e laboriosa de todas as figuras e fundos. A impressionante suavidade de textura na descrição pictórica da pele humana e a delicadeza de formas e gestos que obtinha nas mãos, pés e faces eram especialmente admiradas [9]. O mesmo com sua habilidade de se adaptar à decoração pré-existente das residências, igrejas e edifícios públicos para onde realizava obras complementares, recebendo por isso grande quantidade de encomendas. Sua fama crescia sem cessar, e logo recebeu as honras da Academia, tornando-se membro vitalício em 1876, e em 1885 foi condecorado Comandante da Legião de Honra [10]. Sua carreira como professor começou em 1875 na Academia Julian [11], e usou de sua influência para abrir as portas de diversas instituições artísticas às mulheres, incluindo a Academia. Perto do fim da vida expressou seu amor à arte: "A cada dia entro em meu estúdio cheio de alegria; à noite, quando a escuridão me obriga a deixá-lo, mal posso esperar pelo dia seguinte. Se eu não pudesse me devotar à minha amada pintura eu seria um pobre coitado" [12]. Com tamanha dedicação desenvolveu uma carreira extraordinariamente prolífica, deixando oitocentas e vinte e seis obras. Faleceu com oitenta anos, de um mal cardíaco. Extraído Wikipédia

Roberto Terra Costa, escritor e artista plástico, vem ao longo dos anos desenvolvendo uma narrativa de caráter heróico e mitológico. O texto, composto em prosa poética, encontra-se reunido em tres livros: Cancioneiro, Explansões e Livro dos Vórtices. A partir do ano 2000 a escrita passou a ter uma contraparte visual, de fato narrativas paralelas e complementares sob a forma pictórica (telas a óleo) e a gráfica (ilustrações, litogravuras). Tambem algumas pequenas edições artesanais de trechos da obra foram realizadas. Todo o trabalho representa um ciclo épico com momentos líricos, elegíacos, históricos, oníricos, visionários e proféticos. Um pouco desse material pode ser visto no site do autor.
Neste dia 07 de setembro a Igreja do Culto Eclético da Fluente Luz Universal Rita Gregório (CEFLURG) completa 25 anos, desde o início de seus trabalhos em 1983. A comunidade, conhecida como Céu da Montanha, foi a primeira a reproduzir, fora da Floresta Amazônica, o modelo de organização comunitária do Pd Sebastião. Confira depoimento de Alex Polari, que nos conta um pouco da história deste importante Centro filiado ao Instituto CEFLURIS.
São Lucas foi o primeiro a retratar visualmente Maria com o menino Jesus. Conta-se que o primeiro quadro foi pintado na madeira que servia de mesa do lar de Jesus e Maria.
Drogas e Cultura: Novas Perspectivas
Organizadores: Beatriz Caiuby Labate, Sandra Goulart, Maurício Fiore, Edward MacRae e Henrique Carneiro – Pesquisadores do NEIP (Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos, www.neip.info).
Resenha:
Há um excesso quando se fala do tema das “drogas” que não tem a ver com o dionisíaco ou com qualquer noção de “abuso” ou overdose: trata-se da profusão de lugares-comuns, preconceitos, moralismo, idéias fixas. Poucos temas, hoje, seguem cercados de tantos tabus e interdições quanto o das drogas psicoativas. Não todas as drogas psicoativas, mas aquelas proibidas por lei ou condenadas pela moral, pela psicologia, pela medicina. Convivem, lado a lado, uma enorme oferta de drogas legais, produzidos pelas grandes indústrias farmacêuticas, e drogas ilegais, as quais articulam em torno de si uma poderosa guerra internacional que mobiliza Estados e redes de traficantes com conexões globais. Subsistem, simultaneamente, usos tradicionais e novas práticas relacionadas a substâncias há muito conhecidas. Em todo caso, a literatura que aborda a “questão das drogas” não costuma ir além do estreito campo que vai das obras médicas (mais ou menos conservadoras), passando pelos livros jurídicos até os livros-reportagem (mais ou menos sensacionalistas). O campo das ciências humanas até muito recentemente foi um espaço ocupado por poucas e corajosas iniciativas de pesquisas sobre “drogas” circundadas por um expressivo silêncio. O livro Drogas e cultura: novas perspectivas, resultado de um simpósio realizado pelo Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (NEIP, www.neip.info) na Universidade de São Paulo em 2005, representa um importante esforço de pesquisadores das áreas de antropologia, sociologia, ciência política, direito e história de tratar do tema das “drogas” a partir de enfoques múltiplos, tendo como denominador comum a crítica ao proibicionismo destas substâncias. Composto por 17 artigos, além de um prefácio e uma introdução, está organizado em três partes: “A história do consumo de drogas e a sua proibição no Ocidente”, com quatro artigos destacando uma reflexão sobre a história e a lógica do atual regime proibicionista das drogas; “O uso de drogas como fenômeno cultural”, com três artigos que abordam a questão da interdisciplinaridade na análise das substâncias psicoativas”; e “Uso de drogas: diversidade cultural em perspectiva”, que abrange a maioria dos textos da coletânea, apresentando diferentes abordagens do tema das drogas, a partir dos olhares de disciplinas como a antropologia, etnologia e história. A obra oferece um amplo espectro de abordagens que constroem pontes de convergência e diálogo e criam zonas de tensão, o que torna evidente que não há consenso ou pacificação ao se tratar de uma questão como essa. Trata-se de um livro de referência para quem não se conforma com o que já está divulgado sobre as “drogas” e se incomoda o suficiente para buscar outros ângulos, miradas e percepções (Thiago Rodrigues).
Contato:
EDUFBA
Tel/Fax: (71) 3263-6164
http://www.edufba.ufba.brAyahuasca is a South American hallucinogenic tea used as a sacrament by the Santo Daime Church, other religions, and traditional peoples. A recent U.S. Supreme Court decision indicates religious ayahuasca use is protected, but little is known about health consequences for Americans.
Material/Methods: 32 (out of 40) American members of one branch of the Santo Daime Church were interviewed providing demographic information, physical exam, drug use timeline, a variety of psychological measures, and data about childhood conduct disorder. Subjects were asked about extent of Church participation, what is liked least and most about ayahuasca, and what health benefits or harms they attribute to ayahuasca.
Results: Members usually attend services weekly (lifetime 269±314.7 ceremonies; range 20–1300). Physical exam and test scores revealed healthy subjects. Members claimed psychological and physical benefits from ayahuasca. 19 subjects met lifetime criteria for a psychiatric disorder, with 6 in partial remission, 13 in full remission, and 8 reporting induction of remission through Church participation. 24 subjects had drug or alcohol abuse or dependence histories with 22 in full remission, and all 5 with prior alcohol dependence describing Church participation as the turning point in their recovery.
Conclusions: Conclusions should not be extrapolated to hallucinogen abusers of the general public. For those who have religious need for ingesting ayahuasca, from a psychiatric and medical perspective, these pilot results substantiate some claims of benefit, especially if subjects interviewed fully reflect general membership. Further research is warranted with blinded raters, matched comparison groups, and other measures to overcome present study limitations.
Posted by Psychedelic Medicine News
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